Defesa do consumidor bancário

Perdeu mais de 10 mil em um golpe do Pix?
Você pode buscar a responsabilização do banco.

Golpes do Pix não encerram com “a transação foi feita com senha”. Bancos têm sistemas para identificar movimentações atípicas. Quando esses mecanismos falham, o caso precisa ser analisado com rigor jurídico.

Situações Frequentes

Modalidades mais comuns de golpes via Pix

Os golpes mais frequentes envolvem situações como:
Se você se reconheceu em alguma dessas situações, saiba que cada caso precisa ser analisado individualmente. Em determinadas circunstâncias, pode haver falha na segurança do banco, especialmente quando não são identificadas movimentações fora do padrão do cliente.
Especialidade

Atuação Jurídica Especializada em Fraude Pix

Este serviço é voltado para pessoas que sofreram golpes, fraudes ou transferências indevidas via Pix e querem entender se o banco pode ser responsabilizado no seu caso. É comum o banco afirmar que “a transação foi feita com senha”. Mas, isso não encerra a questão.
A lei exige que o banco monitore movimentações fora do seu padrão normal de uso, como:
Se houver fundamentos jurídicos suficientes, é definida uma estratégia administrativa e, se necessário, judicial. Aqui você não recebe promessas. Você recebe análise técnica, estratégia e defesa jurídica responsável.
Serviços

Como posso te ajudar?

01

Análise individual do seu caso

Cada situação é única. Cada detalhe é avaliado para verificar se há falha bancária e viabilidade jurídica.

02

Verificação de falhas do banco

Identificamos se o banco deixou de agir como deveria diante das movimentações suspeitas.

03

Orientação clara desde o início

Você recebe direcionamento sobre os próximos passos, sem pressa e sem improviso.

04

Atuação jurídica responsável

Quando necessário, a atuação é feita com base técnica e critérios sólidos, sem promessas.

05

Transparência sobre riscos e caminhos

Desde o início, você entende o que é possível, o que não é e quais são os riscos reais.

06

Acompanhamento humano e contínuo

Você não passa por esse processo sozinho. Há orientação clara em cada etapa.

Quem Sou Eu

Mais de 5 anos defendendo quem enfrenta conflitos com instituições financeiras

Sou a Dra. Laís Nicola, advogada especialista em Direito Bancário e defesa do Consumidor, atuando há mais de cinco anos na defesa de pessoas que enfrentam conflitos com instituições financeiras.

Escolhi essa área porque acredito que o direito deve ser instrumento de proteção, equilíbrio e responsabilidade, especialmente quando o cidadão se vê diante de estruturas bancárias complexas.

Sou filha de servidor público e acompanhei de perto como essa categoria é frequentemente alvo de ofertas de crédito agressivas e práticas abusivas. Essa vivência moldou minha atuação, unindo técnica jurídica sólida, empatia e estratégia.

Meu trabalho vai além de processos. Eu escuto, analiso e construo caminhos jurídicos personalizados, acompanhando cada etapa com transparência e compromisso ético.

Se você foi vítima de golpe do Pix, não tome decisões no impulso.

O tempo é um fator importante e pode influenciar as medidas possíveis no seu caso. A decisão é sua: assumir o prejuízo ou buscar orientação jurídica para entender os caminhos disponíveis.
Dúvidas Frequentes

Perguntas Frequentes

Pode ser possível, tanto pela via administrativa quanto pela judicial, dependendo da situação. Administrativamente, existe o MED, Mecanismo Especial de Devolução, e o sistema de rastreamento do Banco Central, que permite tentar localizar valores transferidos para outras contas. Se o banco deixou de agir corretamente, pode haver fundamento para buscar restituição judicial com base na falha de segurança.
Embora a responsabilidade não seja automática, o Superior Tribunal de Justiça (Súmula 479) estabelece que os bancos respondem objetivamente por fraudes cometidas por terceiros (o chamado “fortuito interno”). Identificar a atipicidade: Permitir transações que fogem completamente ao seu perfil habitual (valores altos, horários noturnos ou destinatários suspeitos). Isso pode ocorrer quando o banco: Não identifica movimentação totalmente fora do padrão Permite cadastro de novo celular sem segurança adequada Abre contas para golpistas sem verificar corretamente os dados Cada caso precisa ser analisado individualmente.
Com certeza. O boletim de ocorrência é um documento essencial e obrigatório para instruir tanto a notificação extrajudicial quanto a futura petição inicial. Ele formaliza o crime e serve como prova de que você não anuiu com a transação. O registro deve ser detalhado, informando se houve engenharia social (indução ao erro) ou invasão de dispositivo (sem sua participação).
O tempo varia, mas a estratégia do escritório foca na agilidade. Iniciamos com uma fase extrajudicial estratégica, enviando notificações aos bancos envolvidos, que possuem o prazo para resposta. No judiciário, buscamos utilizar o “Juízo 100% Digital” para acelerar a tramitação. Além disso, em casos de urgência, é possível pleitear uma tutela antecipada para buscar o bloqueio imediato de valores ou a suspensão de cobranças de empréstimos fraudulentos.
Na advocacia, é vedada a promessa de êxito, mas trabalhamos com probabilidade e estratégia técnica. Nossas teses são fundamentadas em normas rígidas do Banco Central e em decisões recentes dos tribunais que condenam os bancos por negligência.
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