Dra. Laís Nicola, advogada especializada em Direito Bancário
Direito Bancário

Perdeu mais de R$ 10 mil em um golpe via Pix e o banco não resolveu seu pedido?

Nosso atendimento considera casos ocorridos nos últimos três anos. Para avaliar seu caso, precisamos entender como o golpe aconteceu e o que o banco respondeu depois que você avisou.

Atuamos apenas em golpes acima de R$ 10 mil.

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Atendimento via WhatsApp · Para perdas via Pix acima de R$ 10 mil

195.310 OAB/MG

A vergonha que você sente não é sua.

Você foi alvo de uma operação pensada para enganar até quem conhece os riscos.

Você não está sozinho nisso

O que acontece com quem cai em um golpe do Pix

Não é sobre ter sido descuidado. É sobre ter sido alvo de um crime sofisticado, e sobre entender se o banco falhou no dever de proteger a sua conta.

O dinheiro sumiu em segundos

Uma transação que você não fez, ou foi induzido a fazer acreditando ser real. Depois, o banco disse que "a senha foi usada corretamente".

A vergonha de ter caído

A sensação de que "deveria ter percebido". A culpa que paralisa. A dificuldade de contar para alguém porque parece fraqueza.

O banco lavou as mãos

Você abriu reclamação, acionou o MED, ligou para a central. E a resposta foi sempre parecida: "não podemos fazer nada".

O medo de ter perdido de vez

A sensação de que passou tempo demais, que as provas sumiram, que "não tem mais jeito". E a dúvida: existia um caminho que você não viu?

Mecanismo jurídico

O que muita gente só descobre depois do "não" do banco

A Súmula 479 do STJ reconhece que instituições financeiras podem responder por fraudes e delitos praticados por terceiros no âmbito de operações bancárias. Além disso, decisões recentes reforçam que bancos devem adotar mecanismos para identificar movimentações atípicas, fora do perfil do cliente. Valor fora do padrão, horário suspeito, destinatário desconhecido ou sequência incomum de operações podem fazer diferença na análise.


Não é promessa de resultado: é o ponto técnico que precisa ser avaliado no caso concreto.

Identificação rápida

Qual foi o golpe no seu caso?

Cada modalidade tem características distintas que podem indicar falha de segurança ou de monitoramento, mesmo quando a transação parece ter sido "autorizada".

Falso atendente ou central bancária
WhatsApp clonado ou perfil falso
Acesso remoto ao celular
Falso investimento ou trabalho online
Falso sequestro ou emergência familiar
Troca de aparelho ou conta clonada
A verdade primeiro

Antes que você decida, precisa saber disso.

Nem todo caso precisa de advogado. O nosso trabalho começa justamente por te dizer a verdade sobre o seu.

Analisamos casos com perdas via Pix acima de R$ 10.000 porque, abaixo desse valor, o custo jurídico pode não compensar para quem sofreu o golpe.

Se a sua perda está abaixo desse valor, o caminho mais adequado pode ser o PROCON, o consumidor.gov.br ou uma reclamação direta ao Banco Central. Mas se a perda foi relevante e o banco se recusou a devolver, vale entender se existe fundamento jurídico para seguir.

Seu caso se encaixa?

  • A perda via Pix foi acima de R$ 10.000
  • O banco negou a devolução ou o MED não resolveu
  • O golpe aconteceu nos últimos 3 anos
  • Há boletim de ocorrência registrado, ou possibilidade de registrar
Quero entender se meu caso tem fundamento
Simples e sem promessa

O caminho para entender se existe uma medida possível

Você não precisa entender de leis, súmulas ou processos. Precisa apenas contar o que aconteceu; a análise técnica vem depois, com clareza e sem promessa.

01

Conte o que aconteceu

Você envia seu caso pelo WhatsApp, do jeito mais simples. Extrato, comprovante, boletim de ocorrência e protocolos do banco ajudam, mas a conversa pode começar com o que você já tiver.

02

Receba uma análise clara

Nossa equipe analisa tecnicamente o caso e devolve uma resposta objetiva: o que pode ser discutido, o que não pode, e por quê.

03

Decida sabendo o próximo movimento

Se houver fundamento, você decide se quer seguir. Cada etapa, prazo e movimento do processo é explicado antes, sem surpresa e sem promessa de resultado.

Resultado, nenhum advogado pode garantir, e desconfie de quem garante. O compromisso deste escritório é com análise séria, resposta honesta e informação clara do início ao fim.

Dra. Laís Nicola
OAB/MG 195.310 · Direito Bancário · Atuação Nacional

Dra. Laís Nicola

Filha de servidor público, acompanhei de perto como pessoas comuns podem ser prejudicadas por práticas abusivas de instituições financeiras, e como, muitas vezes, nem sabem que têm direito de questionar.

Escolhi essa área porque acredito que o direito existe para equilibrar uma relação desigual: de um lado, a instituição financeira; do outro, uma pessoa que perdeu dinheiro e ouviu que "não há o que fazer". Meu trabalho começa com uma análise honesta do seu caso, em português, antes de qualquer decisão.

Não prometo o que não posso cumprir. Mas quando há fundamento, conduzo cada etapa com você ao lado.

+5 anos de atuação Atendimento online nacional Foco: Direito Bancário
Perguntas frequentes

O que costumam perguntar

É possível recuperar o dinheiro perdido no golpe do Pix?
Pode ser. Existe a via administrativa, como o MED, que pode tentar rastrear e bloquear valores em trânsito, e existe a via judicial, quando há indícios de falha da instituição financeira na segurança ou na identificação de movimentações fora do padrão. Cada caso precisa ser avaliado pelos detalhes do que aconteceu. Não existe resposta genérica.
O banco sempre é responsável quando ocorre um golpe?
Não. Mas quando há falha na prestação do serviço, na segurança da conta ou na identificação de movimentação suspeita, a instituição financeira pode ser responsabilizada mesmo que o golpe tenha sido praticado por terceiro. O que define isso é a análise do caso concreto.
Preciso ter o boletim de ocorrência para iniciar a análise?
O boletim de ocorrência é importante para instruir qualquer medida, mas não precisa estar pronto antes da primeira conversa. Você pode iniciar a análise e registrar em seguida. O ideal é que o BO seja detalhado: informe se houve engenharia social, acesso não autorizado ao dispositivo, falso atendente, WhatsApp clonado ou outra dinâmica do golpe.
Quanto tempo tenho para buscar meus direitos?
Em geral, ações contra instituições financeiras podem envolver prazos prescricionais de 3 a 5 anos, conforme o tipo de pedido e a estratégia jurídica. Quanto mais cedo o caso for avaliado, maiores são as chances de preservar documentos, protocolos, extratos e provas relevantes.
Quanto tempo leva um processo contra o banco?
Depende do caminho. A via administrativa tem prazos próprios. Na via judicial, o tempo varia conforme a vara, a complexidade do caso, a documentação disponível e a possibilidade de medidas urgentes. Na análise inicial, você entende quais caminhos existem antes de decidir se quer seguir.
Qual é o custo? Existe taxa antes de decidir?
Os honorários e a modalidade de cobrança são definidos caso a caso, após a análise técnica, com transparência antes de qualquer decisão sua. Nenhum valor é cobrado antes de você entender o que é possível discutir no seu caso e decidir como quer seguir.
Para perdas via Pix acima de R$ 10.000

Antes de aceitar o prejuízo, entenda se o banco deveria ter agido de outro jeito.

Com uma análise clara, você entende se existe fundamento jurídico no seu caso e decide com informação real na mão, antes de qualquer compromisso.

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